A arte surgida nos becos nova-iorquinos no final da década de 60, que foi vista com bastante preconceito durante anos, vem ganhando seu espaço no mundo. Começa a sair dos becos e invade as galerias de arte. Vendo essa transformação, o Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (UnilesteMG) traz esse novo tipo de arte para a Semana da Comunicação provida pelos cursos de Jornalismo e Publicidade.
A oficina proposta pela professora Patrícia Oliveira e ministrada pelo aluno do 2° período de publicidade, Leander Carlos, tem o intuito de mostrar que além de ser considerada uma arte, o grafite pode ser um novo “meio das empresas se comunicarem com o seu público”. Ele dá como exemplo a possibilidade de se usar o grafite em campanhas publicitárias.
Leander Carlos também quer ajudar a acabar com o preconceito ainda existente de que o grafiteiro é pichador e que isso não passa de vandalismo. Na oficina, os alunos tiveram oportunidade de colocar a mão na massa, ou melhor, no spray. Os grafites realizados pelos estudantes podem ser vistos ao lado do Bloco B, no Campus I. (Gederson Ferreira)
A oficina proposta pela professora Patrícia Oliveira e ministrada pelo aluno do 2° período de publicidade, Leander Carlos, tem o intuito de mostrar que além de ser considerada uma arte, o grafite pode ser um novo “meio das empresas se comunicarem com o seu público”. Ele dá como exemplo a possibilidade de se usar o grafite em campanhas publicitárias.
Leander Carlos também quer ajudar a acabar com o preconceito ainda existente de que o grafiteiro é pichador e que isso não passa de vandalismo. Na oficina, os alunos tiveram oportunidade de colocar a mão na massa, ou melhor, no spray. Os grafites realizados pelos estudantes podem ser vistos ao lado do Bloco B, no Campus I. (Gederson Ferreira)
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